Igreja Batista Livre Nacional

Em tempos difíceis, união!

11 FEV 2014
11 de Fevereiro de 2014
Certa vez, em meio às minhas muitas leituras, me chamou atenção um relato que dizia que na Inglaterra, durante a Segunda Guerra Mundial, o povo britânico trabalhava nas ruas, reconstruindo e reparando os estragos das bombas alemãs. Apesar de sofrerem perdas de parentes e amigos e terem menos bens e comida, reuniam-se mais vezes também dentro de suas casas, dividindo refeições com mais comunhão. O espírito comunitário proporcionou uma vida com bons momentos de companheirismo e alegria àquelas pessoas.
A Bíblia nos fala sobre o dia mau. “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Efésios 6.13). Os dias são inconstantes, nunca terminam da mesma maneira que começaram. Há dias bons e dias ruins, dias comuns, neutros, dias que acordamos desanimados, sem muita perspectiva, dias de tempestades, chuvosos ou não, atribulados, em que o coração parece que vai pular pela boca.
Nessas horas não sabemos o que fazer, e, às vezes, o desespero pode tomar conta do nosso coração. Como resistir às emoções, ao sentimento de abandono, de que tudo está perdido, a sensação de quê não há uma saída? Buscando a Deus! O Senhor nos chama a clamá-lo, a buscar por Ele em todo tempo, a mantermos os nossos olhos fixos Nele, pois as tempestades da vida vêm e vão e são necessárias para o nosso crescimento; as sementes brotam depois das tempestades, novos talentos surgem depois de uma dificuldade, a capacidade que Deus deu ao homem de superar o dia mau, gera novos frutos, relacionamentos sadios. Se mantivermos os olhos fixos no Senhor e não nos problemas.
Vivemos dias de estresse, o individualismo é cada vez mais propagado pelas pessoas que acreditam que não precisam de ninguém, que podem ter tudo sozinhas. Relacionamentos são apenas virtuais, falta o olho no olho, paciência para ouvir o outro, falta compaixão, não há comunhão, o ativismo, dia após dia rouba vidas, fazendo com que o tempo se abrevie ainda mais. São dias maus.
Mas ainda há tempo, podemos experimentar a verdadeira comunhão uns com outros, não precisamos de uma guerra real, de destruição em massa para que possamos enxergar isso, pois Deus é tão maravilhoso e longânimo, que nos dá a cada dia uma nova oportunidade e nos capacita a ver a realidade pela ótica Dele e não nossa. É nos tempos difíceis que nascem as melhores ideias, a capacidade de inovação, que nos unimos para reconstruir o que foi destruído, para estender a mão ao que está mais necessitado, os dias são maus, mas há esperança de que o amanhã será melhor do que o hoje. Novos projetos nascem do coração em tempos de crise. Já ouviu dizer que duas ou mais cabeças pensam melhor que uma? Juntos somos mais fortes. Pessoas são mais importantes do que coisas. Deus é um Deus relacional, desde o princípio, Ele fez o homem, constituiu a família com o propósito de nos relacionarmos com Ele e com o nosso próximo. Jesus veio ao mundo, morreu na cruz para que pudéssemos nos relacionar diretamente com o Pai.
As tempestades podem vir, os problemas chegam, mas contrariando todas as circunstâncias e modismos de um mundo individualista, que possamos continuar firmes na esperança que vem do Senhor, em comunhão uns com outros, como Ele nos ensinou. Em tempos difíceis e sempre, clame, proclame, viva a união! Ele mesmo disse: “Eu digo isso para que, por estarem unidos comigo, vocês tenham paz. No mundo vocês vão sofrer; mas tenham coragem. Eu venci o mundo” (João 16.33).
Em meio às faíscas e ao barulho da linha de produção, lábios com batom e rostos maquiados. Na fábrica de equipamentos industriais Dimensão Máquinas, em Trindade (GO), são as mulheres que fazem o trabalho pesado.

Desde que passou a contratar força de trabalho feminina para atuar na linha de produção, em 2009, o empresário Francisco Luciano Alves de Jesus, 37, diz que a produtividade aumentou e os negócios começaram a prosperar.

Jesus diz que, enquanto três homens demoravam 45 dias para produzir um equipamento, o mesmo número de mulheres fazia o serviço em metade do tempo. No ano, eles produziam a média de oito peças e elas, 16.

"Com os homens, tinha dificuldade para dividir tarefas porque eles eram mais orgulhosos. Já as mulheres trabalham melhor em equipe, o que possibilitou o aumento no quadro de funcionários e, consequentemente, a produtividade."

Em quatro anos, o número de funcionárias aumentou e o faturamento da fábrica triplicou, segundo o empreendedor. Enquanto em 2009, a receita anual do negócio era de R$ 200 mil, a arrecadação de 2013 já superou os R$ 600 mil.

A mudança começou quando o empresário precisou de apoio na produção para dar conta dos pedidos. "Na época, só tinha eu e três homens na produção. Pedi para a secretária dar uma força e ela gostou do trabalho. Conforme a empresa foi crescendo, comecei a contratar apenas mulheres", diz.

A secretária, que hoje não trabalha mais na fábrica, gostou da atividade e pediu para permanecer na linha de produção, segundo Jesus. Depois dela, outras secretárias foram contratadas, mas também pediram para mudar de setor.

De acordo com o empresário, a inclusão de operárias na produção começou a incomodar os homens. "Eles não aceitaram ter mulheres na mesma função e com o mesmo salário. Em um ano, os três pediram demissão", declara.

Hoje, a empresa tem 11 funcionárias e quatro estagiárias e fabrica oito peças por mês. As funções são de soldadora, eletricista, montadora, torneira mecânica e pintora. Nenhum homem, além do proprietário, trabalha na empresa.

Funcionárias são vaidosas e ganham 'vale-salão'

Para premiar a equipe quando uma meta é atingida, o empreendedor criou o "vale-salão". Elas ganham de R$ 50 ou R$ 100 por mês como motivação quando batem a meta.

"O salão de beleza é apenas uma sugestão para uso do dinheiro, mas elas podem gastar o benefício como quiserem", afirma.

Segundo Jesus, apesar de as funcionárias terem liberdade para usar o dinheiro para comprar o que quiserem, na maioria das vezes elas utilizam o bônus no salão de beleza.

Além do "vale-salão", o empresário disponibiliza estojos com batom, rímel e cremes para as operárias retocarem a maquiagem durante o expediente.

"Ainda que tenhamos de usar uniforme e o trabalho seja um pouco desgastante, não deixamos de lado nossa vaidade", declara a gerente de produção Joice Ioleni da Silva, 26.
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